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	<title>ComentÃ¡rios sobre: Alongamento diminui ansiedade, estresse e depress&#227;o</title>
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	<description>Pilates, Drenagem Linf&#225;tica, Fisioterapia Dermatofuncional, RPG</description>
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		<title>Por: patricia souza</title>
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		<dc:creator>patricia souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 13:53:37 +0000</pubDate>
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		<description>amei os alongamentos s&#227;o muito bons realmente pode-se obter resultados maravilhosos!!!!!!!.</description>
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		<title>Por: Alexandre</title>
		<link>http://www.corpus.blog.br/2007/05/21/alongamento-diminui-ansiedade-estresse-e-depressao/comment-page-1/#comment-13</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 13:23:10 +0000</pubDate>
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, muito bom as informa&ccedil;&otilde;es deste blog.<br />
Gostaria de contribuir com algumas reflex&otilde;es que podem complementar tudo que foi dito.<br />
Um abra&ccedil;o e obrigado.</p>
<p>DOR E ESTRESSE</p>
<p>por ALEXANDRE SAIORO</p>
<p>H&aacute; alguns anos atr&aacute;s, ao participar de um retiro de medita&ccedil;&atilde;o longo e intensivo, me deparei com um dos desafios que todo meditador se depara: a dor f&iacute;sica. Era a primeira vez que fazia um retiro t&atilde;o longo e com tantas horas de medita&ccedil;&atilde;o sentada. Na primeira semana o desconforto f&iacute;sico era toler&aacute;vel, mas a partir do d&eacute;cimo dia as coisas come&ccedil;aram a ficar mais “s&eacute;rias”. Meu joelho estava em frangalhos. Mesmo quando n&atilde;o estava sentado meditando meu joelho do&iacute;a e aquilo estava me preocupando. Eu pensava: “O que est&aacute; acontecendo com meu joelho? Ser&aacute; que houve alguma les&atilde;o grave?”.<br />
Nas sess&otilde;es de medita&ccedil;&atilde;o percebia a presen&ccedil;a desses pensamentos. E atrav&eacute;s dessa percep&ccedil;&atilde;o atenta vi como que a sensa&ccedil;&atilde;o de que algo estava errado perturbava n&atilde;o s&oacute; minha mente, mas, tamb&eacute;m, o meu corpo que respondia &agrave; dor como sofrimento.<br />
Com o desenvolvimento da medita&ccedil;&atilde;o um relaxamento natural trouxe uma certa libera&ccedil;&atilde;o do sofrimento onde n&atilde;o havia mais a perturba&ccedil;&atilde;o pela experi&ecirc;ncia da dor. Havia apenas a dor como um fato natural, como os sons do ambiente, a luz do sol que entrava na sala de medita&ccedil;&atilde;o, o latido do c&atilde;o do lado de fora e a respira&ccedil;&atilde;o. Percebi como que o problema com o sofrimento n&atilde;o era a dor, mas minha rea&ccedil;&atilde;o a ela. Quando minha mente relaxou com rela&ccedil;&atilde;o as minhas suposi&ccedil;&otilde;es sobre a dor e eu apenas fiquei ali com a dor, n&atilde;o havia mais sofrimento. Poderia dizer que a dor n&atilde;o era mais dor, mas uma experi&ecirc;ncia corporal em movimento onde a percep&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as das sensa&ccedil;&otilde;es a tornavam um elemento de despertar a mente.<br />
Os mestres de medita&ccedil;&atilde;o sabem que um dos maiores apegos que temos &eacute; o conforto f&iacute;sico. E que o lidar com o desconforto e a dor pode ser uma grande pr&aacute;tica para irmos al&eacute;m de nossas vis&otilde;es err&ocirc;neas da realidade.<br />
Quando observamos e n&atilde;o cedemos ao impulso de mudar a situa&ccedil;&atilde;o, podemos investigar a verdadeira natureza daquela sensa&ccedil;&atilde;o e descobrir sua n&atilde;o solidez e imperman&ecirc;ncia. Podemos ver que tudo est&aacute; mudando o tempo todo. Se n&atilde;o fazemos isso reafirmamos uma vis&atilde;o parcial e ilus&oacute;ria da realidade. </p>
<p>A SABEDORIA DA COCEIRA<br />
Por exemplo, quando sentimos uma coceira, instantaneamente co&ccedil;amos sem muita consci&ecirc;ncia do movimento e de nossa rea&ccedil;&atilde;o. Mas se tivermos a plena aten&ccedil;&atilde;o para observar a coceira, sem reagir, veremos que ela &eacute; constitu&iacute;da de diversas sensa&ccedil;&otilde;es que mudam e por fim desaparecem por si. Mas n&oacute;s nunca fazemos isso e nossa rea&ccedil;&atilde;o comum &eacute; co&ccedil;ar, o que muitas vezes irrita mais ainda o local da coceira e, o pior de tudo, faz com que nos acostumemos a n&atilde;o tolerar o m&iacute;nimo desconforto. Quando reagimos a um desconforto procurando elimin&aacute;-lo, refor&ccedil;amos nossa intoler&acirc;ncia e fragilidade diante dessas sensa&ccedil;&otilde;es. O mesmo podemos dizer com rela&ccedil;&atilde;o as nossas emo&ccedil;&otilde;es.<br />
Como diz Tara Bennet-Goleman em seu livro “Alquimia Emocional” (ed. Objetiva)“No caso de uma emo&ccedil;&atilde;o como a raiva, o fato de sustentarmos a aten&ccedil;&atilde;o pode nos oferecer outro insigth crucial: se conseguirmos permanecer com a raiva por tempo suficiente, n&oacute;s a veremos transformar-se em algo diferente – dor, tristeza, qualquer outro sentimento – ou at&eacute; mesmo se dissolver. O que parecia t&atilde;o s&oacute;lido se desintegra, &eacute; transformado. A chave repousa em permanecermos com a experi&ecirc;ncia atrav&eacute;s de todas as mudan&ccedil;as.”<br />
Se conseguimos permanecer na experi&ecirc;ncia, sem reagir, vemos que aquilo que pens&aacute;vamos ser alguma coisa s&oacute;lida e absoluta se desfaz de forma natural e inofensiva na mente espa&ccedil;osa da plena consci&ecirc;ncia. Talvez a dor, a doen&ccedil;a e a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o mudem, mas a rela&ccedil;&atilde;o com esses fatos pode mudar. Mesmo que a situa&ccedil;&atilde;o externa n&atilde;o seja curada ou resolvida VOC&Ecirc; pode se curar, se resolver e vivenciar os fatos, seja eles quais forem, de forma receptiva, livre e porque n&atilde;o dizer feliz.<br />
&Eacute; muito mais &uacute;til que sua percep&ccedil;&atilde;o mude e traga mais espa&ccedil;o e liberdade para viver “o que &eacute;”. Essa &eacute; a verdadeira conquista. Quando reconhecemos que estamos mirando o alvo errado ao lidar com problemas e devotamos todo o nosso tempo e energia na busca de uma conquista e mudan&ccedil;a interiores, a&iacute; ent&atilde;o podemos come&ccedil;ar a descobrir o que &eacute; paz e felicidade. </p>
<p>para saber mais acesse: <a href="http://aartedoestresse.blogspot.com" rel="nofollow">http://aartedoestresse.blogspot.com</a></p>
<p>ALEXANDRE SAIORO ministra para grupos e empresas o Programa de Redu&ccedil;&atilde;o do Estresse &#8211; A Arte do Estresse &#8211; baseado em metodologias utilizadas na &aacute;rea de desenvolvimento humano e organizacional e em m&eacute;todos de medita&ccedil;&atilde;o e contempla&ccedil;&atilde;o da tradi&ccedil;&atilde;o budista.<br />
Para saber mais sobre o Programa v&aacute; at&eacute; o final do Blog.<br />
e-mail: <a href="mailto:alexsaioro@hotmail.com">alexsaioro@hotmail.com</a></p>
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		<title>Por: Anderssauro</title>
		<link>http://www.corpus.blog.br/2007/05/21/alongamento-diminui-ansiedade-estresse-e-depressao/comment-page-1/#comment-4</link>
		<dc:creator>Anderssauro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2007 22:01:09 +0000</pubDate>
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		<description>Acabei de achar o blog, muito bom.
Colocarei seu banner l&#225; nos Parceiros! :D
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de achar o blog, muito bom.<br />
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